12.4.11
Novo blog: MPB - Maringá, Paraná, Brasil
Amigos,
Por questão de espaço neste blog, continuaremos nossas postagens em novo Blog:
MPB - Maringá, Paraná, Brasil, sejam todos bem-vindos!
Clique aqui: http://maringaparanabrasil.blogspot.com/
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O ano de 2010 foi muito intenso e cheio vitórias e derrotas, um ano muito conturbado para mim.
Agora, hora de desacelerar (quase impossível) e planejar o novo ano.
Que venha 2011, pelo menos novinho, ainda.
Um Feliz Ano Novo a todos os leitores do Planeta!
Elegemos hoje, a Primeira Mulher Presidente do Brasil, fato inédito e histórico.
Agora, esperamos um novo olhar para a nação brasileira.
Apesar do povo brasileiro ser ainda muito machista, as mulheres são a maioria no eleitorado brasileiro.
As eleições de 2008 foram realizadas em mais de 400 mil seções espalhadas pelos 5.563 municípios do país, onde serão escolhidos prefeitos, vices e vereadores nas eleições de 5 de outubro.
São 93.906 locais de votação em 3.010 zonas. São Paulo, o estado mais populoso do Brasil, com quase 30 milhões de eleitores, conta com o maior numero de seções – 73.316, ou 18,31% do total nacional. Em Roraima – menor colégio eleitoral do Brasil, com 247.792 eleitores, estão localizadas apenas 894 seções.
Fonte: Dados do TSE - 2008
ATUALIZADO: Novos dados de 2010: http://www.tse.gov.br/internet/eleicoes/distr_instr_blank.htm
Voltando ao assunto, história de Maringá e Norte do Paraná, apresento-lhes o “Pavão” N° 53 da “Empreza Rodoviária Garcia & Garcia Ltda.” , hoje Viação Garcia.
Fabricado pela GMC, em 1942, este colorido ônibus percorria o Norte do Paraná , fazia os percursos Londrina-Maringá (foto) e Londrina-Paranavaí, com a distância de 207 quilômetros, levando 16 horas, nos idos dos anos 1940. O detalhe é que esse ônibus era movido a gasogênio – eram os tempos da Segunda Guerra, quando a gasolina estava racionada.
O apelido se deu pelas cores de sua carroceria e pela “cauda” formada pelos tanques de gasogênio na traseira. O veículo permanece em perfeitas condições no Museu da Viação Garcia, em Londrina.
Fonte: Livro: “Viagem ao Ônibus Brasileiro” - de Nélio Lima - 2008 (Acervo JC Cecilio)
PIXOTOSCO - O anti-candidato!
SAMPA - O artista “street art” plástico paulistano, Tony de Marco, o Pixotosco, se apropria dos cavaletes de candidatos políticos (deputados, senador, governador ou presidente) e os devolvem alterados com a figura de um jacaré estilizado. “Eu pego os que me incomodam, os que mais me atrapalham. É dupla função”, diz. As placas recolhidas das ruas são trabalhadas em seu ateliê. Algumas precisaram ser recuperadas e passam por reforma, como troca de dobradiças. Prontas, as peças são acorrentadas de volta a pontos de grande visibilidade, os prediletos dos marketeiros. As placas são presas com cadeado a postes, o que nem sempre garante que sejam retiradas ou destruídas.
“Sou adepto do voto nulo desde 1986. Nunca cai no conto de gente nenhuma. Nem quando estão na oposição, nem na situação”, afirma o artista.
Foto: J C Cecilio (2010) - “Pixotosco Federal” - Imagem flagrada na Av. Bernardino de Campos, no Paraíso, em São Paulo, SP.
Na sua página na internet, o JB - que chegou a tirar 230 mil exemplares aos domingos no fim dos anos 60 - lista 50 pontos sobre a nova fase do jornal. Num deles, se vangloria de ser o primeiro jornal 100% digital, garante que 150 pessoas estarão envolvidas no processo digital e que “o Jornal do Brasil está caminhando para uma nova e melhor fase”. Mas, na Redação, o clima era de luto. Dos 50 jornalistas que trabalham na casa, só 10 devem ficar na versão digital. Procurado pelo Estado, o empresário Nélson Tanure não quis falar.
A Casa Brasil, no Rio Comprido, na zona norte, onde funcionava parte do jornal, já estava desde ontem com faixa de aluga-se. A Redação da versão digital continuará funcionando no prédio anexo.
Pedro Grossi, que presidia o jornal, foi contra a decisão de acabar com o jornal em papel. “Não posso avaliar nem fazer juízo sobre a opinião do dono. Ele acha que o tecnológico será mais lucrativo”, lamentou. Segundo Grossi, o jornal estava com tiragem de 30 mil exemplares (desde 2008, o JB não era auditado pelo Instituto Verificador de Circulação, IVC).
O custo mensal para colocar o jornal na banca estava em torno dos R$ 3 milhões, disse ele. “Fico muito triste com o fim do JB, mas torço para que o Tanure consiga dar ao leitor brasileiro um produto de qualidade”. O Jornal do Brasil é responsável por edições memoráveis da história da imprensa brasileira, principalmente no período da ditadura militar. Ficou famosa sua edição de 14 de dezembro de 1968, sobre o AI-5.
Para burlar a censura imposta pelos militares, publicou na primeira página, uma fictícia previsão do tempo. “Tempo negro. Temperatura sufocante. O ar está irrespirável. O país está sendo varrido por fortes ventos. Máx.: 38º em Brasília. Mín.: 5º, nas Laranjeiras.” Na mesma edição, à direita, uma chamada para uma efeméride: “Ontem foi o Dia dos Cegos”.
Também ficou famosa a primeira página do dia seguinte ao golpe militar no Chile, em 1973. Para driblar a censura brasileira que proibia manchetes sobre episódio, o JB fez uma edição sem títulos garrafais, nem fotos. Na primeira página, com o lugar da manchete em branco, foi publicado um longo texto sobre a morte de Salvador Allende, emoldurada apenas pelo serviço de classificados.
Muito bom! Os “renegados” de Dunga fizeram bonito, espetacular!!! 2 x 0 pra meninada do Brasil diante dos EUA.
A Seleção canarinho do Mano, com Ganso, Pato, Neymar e cia jogando na terra da grande águia !!!
Um verdadeiro passaredo (rs).
Foto: Gazeta Esportiva
Código de Posturas e Obras (1ª. Edição) – Lei 34/59 de 31.10.1959 – Prefeitura Municipal de Maringá
Publicação de 1964. Com 282 páginas.
Administração :
Prefeito Municipal: Dr. João Paulino Vieira Filho
Secretário de Viação Obras Públicas e Agricultura: Eng. Civil Ivo Geronazzo
Presidente da Câmara Municipal: Dr. Luiz A. de Carvalho
1° Secretário: Bonifácio Martins
Acervo: J C Cecilio