planeta jc

Arte, Cultura, Turismo, História e Ecologia.

30.1.09

Maringá: Assim era a bela sede da UMES

Nelson Poppi (1983)

ilustração: Nelson Poppi (1963)

criado por jccecili    20:17 — Arquivado em: cultura, curiosidades, história, memória

IMPAGÁVEL !

criado por jccecili    1:46 — Arquivado em: curiosidades, gente, humor

28.1.09

Maringá: Teoria da Inspiração

Mãos em oração + Foguete R-7 lançador do Sputnik-1 ao espaço

Mãos em oração + Foguete R-7 (lançador do satélite Sputnik-1 ao espaço)

criado por jccecili    1:04 — Arquivado em: cultura, curiosidades, história, memória, turismo

26.1.09

Maringá: A arquitetura marcante de Bellucci

Grande Hotel (Maringá Bandeirantes Hotel)

Foto: JC Cecilio (2008)

Projeto Terminal Aéreo de Passageiros

Fonte: Museu da Bacia do Paraná - UEM

Maringá Clube

Maringá Clube

Fonte: Arquivo do Arquiteto, digitalizado por Anibal Verri Jr.
Maquete da base da Catedral

Maquete da base da Catedral

Fonte: Arquivo do Arquiteto, digitalizado por Anibal Verri Jr.

Cemitério Municipal

Cemitério Municipal

Fonte: Arquivo do Arquiteto, digitalizado por Anibal Verri Jr.

Paço Municipal

Paço Municipal

Fonte: Arquivo do Arquiteto, digitalizado por Anibal Verri Jr.

Teatro Municipal

Teatro Municipal

Fonte: Arquivo do Arquiteto, digitalizado por Anibal Verri Jr.

Praça Napoleão M. da Silva

Praça Napoleão Moreira da Silva

Foto: JC Cecilio (2008)

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Aqui um resumo das obras de Bellucci em Maringá, vale a pena resgatar a memória do criador e sua arquitetura na Cidade.

Texto de ANIBAL VERRI JÚNIOR, arquiteto da UEL, mestre em arquitetura pela USP, Professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UEM.)

Formação do Arquiteto:

José Augusto Bellucci, asceu em S Paulo em 1907, formou-se em Arquitetura pela Escola de Belas Artes de S Paulo em 1933 (a maioria dos profissionais eram das escolas de engenharia do Mackenzie e da Escola Politécnica da USP) e que ofereciam diploma de engenheiro-arquiteto. Entre seus colegas de turma estavam Benedito Calixto de Jesus Neto e Wilson Maia Fina (que participou no projeto de Brasíla) (ambos muito conhecidos no estado de São Paulo).

Bellucci estabeleceu-se como arquiteto em São Paulo, na Praça da República, número 162, 10° Andar, mantendo seu escritório até 1998, ano de seu falecimento.
Bellucci não se envolveu com atividades acadêmicas, segundo seu filho, José Carlos Bellucci, era leitor de livros e revistas desta área como as americanas Architectural Recorde, Progressive Architecture; a francesa L’Architecture d’Aujoud’hui; a italiana Domus e a brasileira Acrópole.

Atuação em Maringá:

Grande Hotel

A convite da Cia. Melhoramentos, Bellucci realiza seu primeiro projeto:  O Grande Hotel de Maringá. A Cia. solicitou um hotel no Centro Cívico, com 35 a 40 quartos, com a possibilidade de expansão de 70 a 80.
Não teria somente a função de hotelaria, que deveria atender a população maringaense, com o uso de salões de banquetes para festas, sem interferência no cotidiano do hotel.
Ele esboça um edifício vertical, o qual não foi aceito. A obra se inicia em 1951 e vai até 1955 (inauguração da primeira etapa).- composto de tres pavimentos, composto por vários blocos, com amplos páteos internos, sendo três paralelos à praça e dois perpendicurlares a esta. Suas aberturas são voltadas para as faces leste e sul (beneficiadas pela luz solar e ventilação cruzada).
A construção com alvenaria de tijolos, produzidos pela olaria da própria olaria, o telhado em uma única água,de fibrocimento e os beirais de madeira.

Aeroporto de Madeira:

O arquiteto foi convidado, também a projetar o terminal de passageiros do aeroporto de Maringá, no ano de 1953. Construido de madeira e telhado de barro, utiliza as tábuas assentadas horizontalmente, de modo que a de cima sobrepõe imediatamente a de baixo, como revestimento colonial norte-americano. Funcionou até a inauguração do novo terminal de passageiros, sendo posteriormente demolido.

Maringá Clube:

Projetou o primeiro clube social de Maringá, O Maringá Clube, fundado em 1956, pelos altos funcionários da CMNP, em terreno por ela doado, que ocupa um quarteirão, na zona 2. Hall, salões, piscinas e tudo mais foram projetados por ele. Coube também, ao arquiteto o projeto da mobília e ambientação além do paisagismo, cabendo sua execução ao agrônomo Aníbal Bianchini da Rocha.

Catedral:

Em 1957, quando a cidade se tornou bispado, Bellucci foi convidado a fazer o projeto da grande matriz.
A Pedra Fundamental foi lançada em 15 de agosto de 1958 e a obra iniciada em julho de 1959, a sua conclusão se deu em 10 de maio de 1972.
Por desentendimento entre o arquiteto e o bispo, resultou o afastamento do autor da obra com direito à carta pública veiculada em jornais da cidade. A obra não foi concluída conforme as especificaçõesmde projeto, ficando os vitrais, mobiliário e detalhamento do entorno muito alterados.

Praças:

Em 1957, Bellucci foi novamente convidado pela CMNP para projetar uma praça no centro de Maringá, em resposta à briga entre a CMNP e o prefeito, Américo Dias Ferraz (gestaõ 1956-1960), em função da mudança da rodoviária para a a praça em frente da estação ferroviária. O gestor como demonstração de força, ordena que os funcionários da prefeitura cortem todas as árvores da praça, na qual se encontrava a rodoviária.
A Cia., em desagravo, resolve presentear o município com a urbanização da praça. Bellucci projeta a praça com formas geométricas abstratas, elevando seu centro em 60 centimetros, como se fosse uma ilha, possibilitando aos usuários que ali se sentassem para observar  as ruas com a mesma perspetiva de altura em relação às pessoas que por ali caminhavam. A praça Napoleão Moreira da Silva foi inaugurada na gestão do prefeito João Paulino V. Filho (gestão 1960-1964).
João Paulino solicita a Bellucci o arranjo paisagístico do conjunto da praça Pedro II, defronte a Catedral. A praça foi executada, porém, em 1985, na gestão Said Felício Ferreira (gestão 1983-1988) e denominada de centro de Convivência Comunitária.

Bellucci projetou ainda a praça Regente Feijó, em 1965, na Zona 3 - Vila Operária e a praça Caravelas, na Zona 2, hoje denominada praça Pedro Álvares Cabral. Conforme seu curriculo, nenhuma das duas foi executada.

Cemitério:

A cidade crescia em rítmo intenso e em 1964 a prefeitura, por meio de Luís Moreira de Carvalho (gestão 1964-1968), solicitou ao escritório de Bellucci um projeto de urbanização do Cemitéro Municipal.
Este projetoé composto por plano diretor de arruamento, edifício da administração e capela, edifício de velórios (projetado em 1967, não foi executado) e edifício do necrotério e crematório (não foram desenvolvidos pelo escritório Bellucci).

Prefeitura:

A prefeitura funcionava em edifício de madeira, em um terreno localizado fora da área destinada ao Centro Cívico. No ano de 1967, o prefeito Luís Moreira de Carvalho solicitou, então, ao escritório Bellucci
Arquitetos o projeto para o Paço Municipal e Praça Cívica.
A construção foi executada em uma primeira etapa, executando-se o subsolo e gabinete do prefeito, já na gestão Adriano José Valente (1969-1973) e inaugurada pelo sucessor, Silvio Magalhães Barros. A câmara de vereadores foi construída em outro local, fora da zona central.

Teatro:

Por solicitação do sexto prefeito, Sílvio Magalhães Barros (gestão 1973-1977), Bellucci projetou o Teatro Municipal, em 1976.
Localizado na Praça Manoel Ribas, rotatória entre a zona central e zona 4, com raio de 41 m, e desnível de 3,70 m, Bellucci adota como partido um cilindro com raio de 31m e capacidade para 957 lugares.
O acesso se localiza na parte mais alta do terreno, junto à Av. Curitiba. O trabalho foi apenas desenvolvido em anteprojetoe hoje, no local encontra-se construída uma praça com espaços destinados a atividades esportivas.

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“A obra de José Augusto Bellucci entra para a historiografia da arquitetura nacional, não apenas como pioneira no interior do Paraná, mas ao revelar uma arquitetura honesta, de expressão plástica em evolução constante, observada nas obras descritas”.

(ANIBAL VERRI JÚNIOR, arquiteto da UEL, mestre em arquitetura pela USP, Professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UEM.)

Fonte:  (Resumo de “O Arquiteto Bellucci e alguns marcos arquitetônicos na história de Maringá)  do livro de Mestrados: Arquitetura e Cidade no Norte do Paraná - Maria Irene Szmrecsanyl  e Antonio Carlos Zani
FAUUSP/UEL,  2003

criado por jccecili    4:20 — Arquivado em: artes, cultura, curiosidades, ecologia, gente, história, memória, preservação, tecnologia, turismo

22.1.09

Só deu OBAMA!

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criado por jccecili    0:20 — Arquivado em: gente, história, mundo, notícia

21.1.09

Resgate da Televisão Regional: Tia Lucy

A verdadeira e primeira rainha dos baixinhos!

Que Xuxa, que nada! (aquela modelo de Ele Ela, com nariz de batata e atriz de pornô-infantil em “Amor Estranho Amor”, que depois deu em cima de Pelé e fez sua cama e grana na alienante Rede Globo de televisão).

A pioneira apresentadora de programa infantil, Marlene Romão Ribas, ou apenas TIA LUCY, na década de 60,  na TV Coroados, de Londrina.

Ela comandava o Festival Infantil  nas tardes de sábado na TV londrinense, que assistimos em Maringá e região (era o único canal de tv na região) na década de 60.

O programa era produzido pelo marido de Marlene, Oswaldo Ribas, e tinha três horas de duração. As cerca de 150 crianças que lotavam o auditório, cantavam, dançavam e participavam de várias brincadeiras com a presença de Ricardo Otello Queirollo, o palhaço amado “Picolino” e seu dupla “Castelinho”.

A identificação e o carinho com as crianças eram as principais marcas de Tia Lucy, como declarou à Folha de Londrina, em 22/09/1988:  “A gente tem que ficar até dejoelhos diante de uma criança, para que ela possa nos olhar nos olhos e falar de igual para igual.
Na entrevista, ela rejeitou o título de “primeira rainha dos baixinhos”, em uma comparação com Xuxa Meneghel, que estava despontando na rede Globo na época. Para ela, o Show da Xuxa era “um programa de adultos, feito para adultos. A criança entra como coadjuvante ou simplesmente espectador. Não tem participação efetiva, não fica à vontade, não se sobressai. Para elas é só beijinho, beijinho e tchau, tchau”.

O radialista José Maikioike, que também travalhava na Coroados em meados da década de 60, conta que crinaças vinham de caravanas dos municípios vizinhos como Cambé e Rolândia e esperavam desde a manhã do sábado para participar do programa, que somente seria gravado a partir das 19h. “Algumas que ficavam de fora até choravam”, lembra Zezão.

Marlene Romão Ribas, morreu no dia 21 de maio de 2003 aos 67 anos.

Fonte:  portal londrinense:  LONDRIX

criado por jccecili    21:17 — Arquivado em: cultura, curiosidades, gente, história, humor, memória, música, preservação

19.1.09

Maringá: Memória Extra-Terrestre


Reportagem da revista Planeta Pesquisa Ufologia - número 143-B - 1982

páginas 39 a 43 com ilustrações de caso similar, o episódio Villas-Boas, segundo a revista Ceux Venus d’Ailleurs

O Caso JARDIM ALVORADA

” UFONAUTAS SEQUESTRAM EM MARINGÁ

Um rapaz paranaense é abduzido por extraterrestres, que o submetem a exames clínicos e induzem-no a ter relações sexuais com uma tripulante.

Tais fatos, que conservam alguns pontos de contato com o famoso episódio Villas-Boas, contém, no entanto, novos e surpreendentes detalhes, colhidos durante mais de dois anos pela OPETOVNI (Organização de Pesquisas e Estudos Teóricos Sobre Objetos Voadores Não Indentificados) de Maringá, PR.

A monografia do caso, apresentada no 3° Simpósio Brasileiro de Ufologia.”

O Autor: A. J. Gevaerd - presidente-geral da OPETOVNI (prometeu lançar um livro sobre o caso: “Contatos Imediatos no Paraná”)

Trata-se do relato do que supostamente aconteceu em Maringá, numa noite calma da semana santa, há quase trinta anos (em 13/04/1979), quando dois irmãos, Jocelino de M. (21 anos) e Roberto Carlos de M. (13 anos), moradores do Jardim Alvorada, foram abduzidos por quase duas horas por seres extraterrestres (entre as ruas Leonor Held e Av. Morangueira).

criado por jccecili    23:43 — Arquivado em: aventura, gente, história, memória

14.1.09

Memória da Paulicéia - Visão americana, 1943

Documentário Imperdível e raro!

O filme sobre a cidade de São Paulo, feito pelo governo americano, fazia parte do esforço de guerra da época, 1943. É uma peça de propaganda muito bem feita para ser divulgada nos EUA de então.

Com a entrada dos EUA na guerra, depois de Pearl Harbor, a situação do mundo pendiam mais para o Eixo ROBERTO (Roma, Berlim, Tokio) e os aliados não tinham mais onde obter materia primas pra a indústria de guerra. A África, Ásia e o Pacífico Sul estavam nas mãos do Eixo. Sobrava o Brasil e foi assim que o presidente Roosevelt, dos EUA, veio ao Brasil negociar a participação do país do lado aliado.

Vargas, sob tremenda pressão popular, declarou guerra contra o Eixo. A partir daí, os EUA fizeram uma enorme campanha para enaltecer e valorizar os países amigos do Hemisfério Sul, especialmente o Brasil, de onde saiu quase tudo que os aliados precisavam para manter a indústria de guerra funcionando, inclusive bases aeronavais no nordeste, como em Natal e Fernando de Noronha, de onde saíram as primeiras invasões aliadas no Norte da África. Coube a marinha de guerra brasileira a responsabilidade de comboiar os navios mercantes que iam pros EUA ao longo da costa do país. E isso foi feito com poucas perdas para os aliados…

O filme em questão, sobre São Paulo em 1943, insere-se neste período e a cidade e o Estado são mostrado sob uma ótica tipicamente norte-americana, uma exemplo clássico de propaganda de esforço de guerra. É um filme pra guardar, com certeza…

Confira…
http://br.youtube.com/watch?v=InWifglIkQ0

criado por jccecili    23:35 — Arquivado em: cultura, curiosidades, memória

13.1.09

Quer um bom emprego?

Hamilton Islanda, Australia

Hamilton Island, Australia

Pode ser num paraíso?

Que tal esta vaga? Inscreva-se! Eu já me cadastrei: 

http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/01/12/anuncio+oferece+r+40+mil+para+vaga+de+zelador+de+ilha+paradisiaca+3291946.html

criado por jccecili    19:12 — Arquivado em: aventura, cultura, curiosidades, ecologia, fotografia, preservação, turismo

12.1.09

BASTA DE MATANÇA !!!

Não podemos tolerar mais o holocausto provocado por Israel na faixa de Gaza.

Covardia que o mundo assiste em pleno século XXI e não se toma nenhuma atitude para parar esta mega-chacina.

São quase mil mortos em Gaza (a grande maioria de civis e mais de trezentas crianças)!

Contando os mortos:  PALESTINOS: 838  x  ISRAELENSES: 13    (em 10/01/2009)

No final dos dias da Era Bush, assistimos esta vergonha da humanidade. Queremos a PAZ mundial, já!

criado por jccecili    0:10 — Arquivado em: mundo

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