
Novos e antigos livros sobre a história de Maringá e região que chegaram para meu acervo:
1) COCAMAR, Sua História, sua Gente - SERRA, Elpídio (1989) - Gráfica Editora Hamburg - 141p - História da Cooperativa dos Cafeicultores de Maringá e seus cooperados, fundada em 1963.
2) ARQUITETURA E CIDADE NO NORTE DO PARANÁ - SZMRECSANYL, Maria Irene e ZANI, Antonio Carlos (organizadores) - FAUUSP, UEL (2003) - 162p Caderno de Mestrados FAUUSP.
Destaque: ”Arquitetura em Madeira no Norte do Paraná de 1930 / 1970″ ( de Antonio Carlos Zani) e ”O Arquiteto Bellucci e Alguns Marcos Arquitetônicos na História de Maringá” ( de Aníbal Verri Júnior).
3) ARQUITETURA EM MADEIRA - ZANI, Antonio Carlos - Imprensa Oficial do Estado de São Paulo / Eduel - Londrina (2003) - 396p- Livro que trata da arquitetura em madeira noo Norte do Paraná de 1930a 1970 - desenhos, projetos e fotografias detalhadas sobre habitações da região.
4) VIAGEM ATRAVÉS DO BRASIL - Vol. 7 - PARANÁ - ESPINHEIRA, Ariosto - Edições Melhoramentos (1952-1955) - 112p - Geografia e história do Brasil contada em forma de relato de viagem, por Ariosto por todas as regiões do Brasil, aqui mostra o estado do Paraná. Uma leitura deliciosa, em rítmo de aventura. Leia abaixo trechos interessantes sobre a nossa região:
“… Continuando a sobrevoar o Rio Paraná, chegamos à foz do Rio Ivaí, cujas nascentes conhecemos quando passamos pela Serra da Esperança, entre os municípios de Prudentópolis e Guarapuava. Sua embocadura mede cerca de trezentos metros. Seu curso é de seiscentos quilómetros.”
“…Apreciamos belas matas do município de Paranavaí, atingindo o desaguadouro do Rio Paranapanema, onde vemos a Ilha da Barra, ou Ilha dos Três Estados.”
“…Em 1932 a estrada de ferro entrava em Jataizinho, avançando até Londrina em 1935. Hoje ela prossegue, passando por Cambé, antiga Nova Dantzig, Rolândia, Arapongas, Apucarana até Maringá.”
“…Prosseguimos, apreciando belas matas que se estendem na direção do Rio Bandeirantes do Norte, para chegar a Rolândia, com seu casario típico. Destacam-se de suas casas de madeira uma grande serraria e uma fábrica de madeiras folheadas. Daqui os trilhos da estrada de ferro passam por Arapongas, Apucarana, Mandaguari, Marialva, cidades adolescentes e sedes minicípios prósperos. Em 1954 alcançaram Maringá, donde serão prolongados mais para o oeste, cortando o território dos novos municípios de Mandaguaçu e Peabiru, rumo à Guaíra nos Saltos de Sete Quedas.”
“…Chegamos a Campo Mourão, sede de município, nome dado a essa extensão de uns vinte quilômetros, poi uns dois de largura, que vemos coberta de vegetação rasteira. Suas terras são, porém, fertilissimas, produzindo o café, o milho, o feijão e todas as espécies de frutas.”
5) O TESTEMUNHO DAS IMAGENS - A construção de Maringá retratada nos álbuns da CMNP no acervo do Museu da Bacia do Paraná - Editora Massoni - UEM (2007) - REGO, Renato Leão - SILVEIRA, Aline Montagna da - SILVA, João Batista - TRIBULATO, Mônica Luciana - CORAZZA, Camila da Rocha Loures - GONÇALVES, Glaucia Maguetas (organizadores). Livro que comemora os 60 anos de Maringá - belíssimas fotos do acervo da Cia Melhoramentos Norte do Parana ao longo do tempo na Cidade-Canção.
6) GUAHYRÁ GUAÍRA - MUNTOREANU, Hortência Zeballos - Arte Impressa N (1992) - 111p
O livro reconstrói os fatos e o clima da cidade em duas épocas distintas - A primeira tem início em 1525, quando o primeiro homem branco pisou a região. A segunda começa em 1902, quando a Companhia Mate Larangeira implanta uma cidade na regiãoe movimenta milhares de mil-réis com a exploraçãoo da erva-mate.