31.8.09
De Volta Para o Futuro
Uma divertida releitura dos carrões do passado: Rural, Opala, Brasília e Galaxie.
Muito legal !
Dica enviada pelo meu grande amigo e leitor Marcelo da Luca.
Uma divertida releitura dos carrões do passado: Rural, Opala, Brasília e Galaxie.
Muito legal !
Dica enviada pelo meu grande amigo e leitor Marcelo da Luca.
O Museu da Bacia do Paraná, vinculado a Universidade Estadual de Maringá (UEM), está comemorando 30 anos de sua fundação.
Tal efeméride será abrilhantada com a realização do
“I CONGRESSO INTERNACIONAL DE MUSEOLOGIA: SOCIEDADE E DESENVOLVIMENTO”, cujo objetivo principal está focado na promoção de conferências e debates sobre questões candentes, tais como: a democratização dos museus e as funções sociais de instituições dessa natureza. Além disso, buscará incentivar a participação da sociedade nos processos de organização de museus e de construção de políticas públicas e ações relacionadas à gestão dos museus, a preservação do patrimônio e a inclusão social. O Museu concebido como espaço de memórias se constitui um lugar privilegiado para o exercício da cidadania.
Vanusa, contratada para cantar o hino nacional numa solenidade oficial do Governo, “Primeiro Encontro Estadual de Agentes Públicos”, na Assembléia Legislativa de São Paulo, causa incômodo a todos os presentes ao cantar o hino nacional brasileiro de forma constrangedora, e totalmente errado.
Preste atenção na letra e na interpretação!
Veja principalmente os trechos aos 2`32″. O constrangimento a partir daí é geral, as pessoas não sabem o que fazer. Aplaudem o Hino esperando que ela pare. E aí vem, o……Deitado em Bééérço e uma confusão dos diabos! A organização tenta interromper, a platéia puxa aplausos. Mas Vanusa continua.
Na segunda tentativa de interrupção, ela ainda continua mas cortam o áudio. E ela se perde totalmente, letra e melodia, uma tragédia.
Chega de breguices! Nem Fafá, nem Vanusa!
NOTA (1): Segundo Vanusa, um medicamento contra labirintite, tomado antes de sair de casa, provocou a confusão.
NOTA (2): 0 1° Encontro Estadual de Agentes Públicos, realizado de 11 a 13/3/2009, promovido pela União dos Vereadores do Estado de São Paulo (Uvesp) e pelo Parlamento estadual.
O tempo passou e hoje este Blog completou 1 ANO de vida.
Esperamos ter sido útil e cumprido nossa função de resgate e compartilhamento de experiências e emoções.
Muito Obrigado!
José Carlos Cecilio
Memória (1988)
“Difícil acesso” - Matéria publicada na revista mensal A Construção (especial Região Sul) - Editora Pini - n° 234 - abril de 1988. A tumultuada obra que desviaria o tráfego pesado da Avenida Colombo.
“Somente com a conclusão do Contorno Norte (outro projeto a ser concretizado dentro dos próximos dois anos) é que será resolvido definitivamente o problema do tráfego dentro da cidade. O levantamento topográfico da obra (25 mil m de extensão), que juntamente como o Contorno Sul (17.200 m), formará um anel viário em torno de Maringá com quase 45 mil m de comprimento, já está sendo efetuado, cumprindo um acordo celebrado entre o prefeito Said Ferreira e o governo do Estado.”
Reporter: Christiani Moraes - fotos: Edson Guitti
Esta foto está na memória de muitos que viveram naquela época, publicada em todos os jornais, revistas e televisão.
Quem era criança como eu, no começo dos anos 70 com certeza viveu um pouquinho sob a sombra do “caso Carlinhos”, o desaparecimento do menino Carlos Ramires da Costa, então com 10 anos, seqüestrado no dia 2 de agosto de 1973 e nunca mais localizado. A polícia carioca, já então tão competente quanto hoje, apresentou três diferentes “culpados”, em sucessão, mas nenhuma das acusações colou. O pai do menino acabou se tornando o principal suspeito, e alguns anos mais tarde um sujeito que trabalhava com o empresário João Melo da Costa chegou a ser condenado pelo seqüestro (a condenação foi revertida posteriormente). Trinta anos mais tarde, um cara de Bauru foi apontado como potencial “Carlinhos”, mas os exames de DNA não confirmaram a suposição.
O caso causou comoção nacional –não sei se porque na época aconteciam menos barbaridades desse gênero, ou se porque não se podia falar sobre as outras. Talvez a obsessão nacional quanto ao paradeiro de Carlinhos fosse uma expressão inconsciente da preocupação de todo mundo com os desaparecidos cujos nomes não podiam ser ditos. Ou talvez todo mundo temesse e pressentisse, que viveríamos para sempre à sombra de muitos “casos Carlinhos”, e que, não nos deixaríamos abalar tanto pela futura recorrência daquele pesadelo, onde muitos desapareceram, vítimas da ditadura militar.
Av. Brasil - Os primeiros difíceis anos.
Av. Brasil, meados da década de 60 - destaque para o edifício mais alto do bairro, Hotel Nsra. de Fátima (hoje Hotel Fátima). Automóveis típicos da época: Simca, Jeep, DKW, Variant e Fusca.
Também, vemos a esquina da Av. Brasil com Rua Sta. Joaquina de Vedruna, em destaque o Bar e Sorveteria Sto Ângelo. (A sorveteria que vendia os mais deliciosos sorvetes do bairro)
Aqui vemos o Hotel Fátima, agora totalmente remodelado, Na foto ao lado, a casa onde nasci e morei, em madeira nos fundos de lojas comerciais, hoje locada para estacionamento do hotel.
Eu considero esta capela, o maior ícone da Cidade, uma verdadeira obra de arte. Uma jóia, que por felicidade de todos nós, está tombada pelo Patrimônio Histórico.
Os monumentos mais significativos do bairro. O Desbravador e seus machados e o grande Mural, externo ao muro do Colégio Santa Cruz. Um privilégio!
Agora só falta edificar um “Museu do Pioneiro” neste bairro emblemático.
Um pequeno bairro, mas com muita importância histórica, de trabalho e fé!
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Estou trabalhando num projeto onde tento resgatar o máximo possível de informações históricas do mais antigo bairro da Cidade. Já iniciei a pesquisa visual e oral de moradores e lojistas.
Quem quiser colaborar contando histórias, “causos”, cópias de imagens, objetos etc - terei o maior prazer de citar o nome de cada colaborador.
O objetivo é publicar um livro muito especial sobre o meu querido bairro.
Créditos das imagens: Coordenadoria do Patrimônio Histórico e Cultural de Maringá / JC Cecilio / Google Mapas.
Peabiru é o nome pelo qual ficou conhecido, não só um caminho, mas toda uma extensa rede de trilhas que ligava a região dos Andes à costa do Atlântico (de Cuzco, no Peru até São Vicente, no litoral paulista - passando pelo interior do Paraná).
O historiador Luiz Galdino, em seu livro “Peabiru – Os Incas no Brasil”, fundamenta que os peabirus testemunham antigas incursões com o propósito de estender o domínio incaico até as margens do Atlântico, onde nasce o sol.
Nas margens do rio Três Barras e da baía da Babitonga, começava a ramificação do peabiru conhecida como Caminho Velho, Caminho de Três Barras, Caminho dos Ambrósios, Caminho de São Tomé, Caminho dos Jesuítas e Caminho de Monte Crista e se estendia por mais de duzentas léguas até à cidade de Cuzco no Peru. No Caminho de Monte Crista, que é apenas uma pequena parte da milenar trilha do peabiru, existem algumas obras de engenharia simplesmente admiráveis. A peculiar técnica de construção das canalizações d’água, como a da escadaria de pedra, faz lembrar as antigas obras de engenharia que se encontram na região andina, feitas por civilizações incas e pré-incaicas.
O geógrafo Olavo Raul Quant, em seu livro “Peabiru – O Caminho Velho”, esclarece que depois de os portugueses e espanhóis chegarem à América do Sul, o Peabiru foi trilhado pelos padres jesuítas, por viajantes que vinham da Espanha e não queriam passar pelo Rio da Prata. Tudo indica que Aleixo Garcia, Alvar Nuñes Cabeza de Vaca e Fernando de Tejo y Sanábria, fizeram suas caminhadas por esse mesmo peabiru.
Chegou hoje em minhas mãos, vindo da cidade de Botucatu, SP - um belíssimo e raro livro do poeta maior de Maringá, o Prof. Ary de Lima:
SOL POENTE - Versos, 1941 - (1a. edição, original - muito frágil)
Com sublimes dedicatórias para sua esposa Helena, para seus pais, filhos e amigos.
Há uma carta-prefácio de Noraldino Lima, da Academia Mineira de Letras.
Acredito que este seja um dos primeiros livros escritos pelo nosso imortal escritor mineiro de São Sebastião do Paraiso (região onde também nasceram meus pais, que vieram a ser pioneiros em Maringá, como Ary de Lima).
“Sol Poente”
No corcel do silêncio a treva a terra invade,
Descendo pelo ombro azul da serraria,
Troteando atravéz de toda a imensidade,
Colorida de dor, de sonho e nostalgia.
***
Há queimadas de fogo pela magestade.. .. ..
Dos campos do Infinito cheios de poesia,
Nessa hora deliciosa e doce de saudade
Em que amanhece a noite e anoitece o dia.
***
E o acaso, é o fim de um dia de verão,
Que da vista se esvai, sempre e sempre coberto
Por imensa tristeza, enorme escuridão.
***
E a gente, que cisma e olha no ocidente,
Parece contemplar, na alma, a descoberto,
Entre nuvens de dor, a dor de um sol poente.
Na ACEMA - ASSOCIAÇÃO CULTURAL E ESPORTIVA DE MARINGÁ, no Festival Nipo Brasileiro de Maringá, onde realizou-se no dia 15 de agosto de 2009 - um grupo de Cosplayer.
O Festival Nipo Brasileiro é o maior e mais tradicional festival de cultura japonesa da região de Maringá, no Paraná, e já é realizado há 20 anos pela comunidade da colônia japonesa naquela cidade. Com atrações culturais que variam do mais tradicional ao pop moderno, o festival atrai um público variado e faz parte do calendário cultural do Paraná.
(Foto: Todos os cosplayers participantes. Vídeo: Apresentação de Renan Castro e Geraldo Cecilio Jr - A dupla premiada no WCS Brasil 2009 e que representou o Brasil no Japão em Julho/2009).
Mais fotos: http://www.cosplayers.net/content/index.php/component/option,com_gallery2/Itemid,29/?g2_itemId=47988
Mais detalhes do evento em Cosplayers.net